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Posts Tagged ‘Azores’

Conselhos para fazer um percurso por livre num paraiso no meio do Atlántico

Lagoa das Sete Cidades

Lagoa das Sete Cidades

Com só 90 km de comprido,15 km de largo e uma população de pouco mais de 100.000 pessoas, na Ilha de São Miguel acumulam-se muitos lugares de interesse. De facto, nós decidimos dedicar-lhe só três dias a esta ilha e sem dúvida não foi suficiente. É todo um exemplo de um pequeno espaço com muito que fazer. Neste artigo, partilho com vocês conselhos para visitar por livre esta formosa ilha.

plantacion de té de Porto Formoso

Chá en Porto Formoso

VOAR NA SATA: UMA FORMA ECONÓMICA DE CHEGAR AOS AÇORES

Ponta Delgada é a cidade mais grande da Ilha e de todo os Açores, e nela está o maior aeroporto do arquipélago. De facto, nós chegamos ao seu aeroporto num voo direto desde Porto com a companhia açoriana SATA, que coneta diariamente os Açores com Lisboa e Porto, assim como com Boston e Toronto, já ao outro lado do Atlántico. É uma companhia a ter em conta pelo seu custo (fora da época alta podemos visitar esta ilha por menos de 100€) e pelas suas conexões económicas com o continente americano; além disso, é a companhia que utilizamos para irmos ate o Canadá em esta outra viagem que também partilho neste blogue (em galego e castelhano).

Furnas

Furnas

COMO IR DO AEROPORTO A PONTA DELGADA

Uma vez no aeroporto, a forma mais razoável de chegar ao centro da cidade é o táxi. Tem um preço único de 10€, que penso que é bastante razoável, sobretudo tendo em conta que não há outro tranporte público disponível coma o autocarro urbano. Os únicos autocarros que vimos no aeroporto são de transporte coletivo de hotéis, que tinham um custo por pessoa maior que o táxi, pelo que o descartamos.

Ponta Delgada

Ponta Delgada

PONTA DELGADA: A CAPITAL

Ponta Delgada é a população mais grande da ilha e conta com quase umas 70.000 pessoas, o que faz dela uma cidade tranquila. A sua vida gira por volta do trânsito do seu porto e do turismo; além disso, é aqui onde encontramos o maior número de hotéis, restaurantes e outros serviços necessários para o viajante.

Igreja Matriz de Ponta Delgada

Igreja Matriz de Ponta Delgada

Em Ponta Delgada temos também vários lugares de interesse. Entre as numerosas igrejas destaca a da Nossa Senhora da Esperança, onde está o Santo Cristo dos Milagres, um santo com grande devoção na ilha e ao que se lhe dedicam as maiores festas da capital. Depois das igrejas, podemos visitar também outros lugares como a porta da cidade, o forte de São Brás ou a Torre Sineira onde há uma boa panorâmica da cidade.

A Illa de San Miguel en coche

A Ilha de Sao Miguel de carro

UMA VOLTA PELA ILHA

Ainda que caminhar por Ponta Delgada é um prazer, o mais espetacular da ilha são sem dúvida as suas paisagens, assim que vos recomendo alugar um carro e fazer uma rota pela estrada que a rodeia. Começando na capital, e se saímos pela estrada direcção oeste, dirigimos-nos a uma das primeiras jóias da ilha: A Lagoa das Sete Cidades e o seu miradouro. A pouca distância (aqui tudo está perto) e de volta à costa, chegamos a Ponta da Ferraria, o ponto mais ocidental da ilha com o seu faro e as curiosas piscinas quentes naturais que aproveitam o calor do interior da terra.

Ponta da Ferraría

Ponta da Ferraría

Já de volta na ER1, a estrada que rodeia a ilha, dirigimos-nos agora em direcção leste à altura da Ponta da Bretanha e continuamos ate Ribeira Grande, outra importante localidade onde recomendo parar um bocadinho e aproximar-se ate á Ponta do Cintrão.

Costa Norte

Costa Norte

Se continuamos rodeando a ilha, e pouco depois de Ribeira Grande, passamos pela plantação de chá de Fonte Formoso, onde nos oferecem uma visita guiada gratuita do processo de elaboração do chá assim como uma desgustação do mesmo.

Chá de Porto Formoso

Chá de Porto Formoso

Dependendo do tempo disponível, aconselharia continuar a rota ate a parte mais ao leste da ilha, ate lugares como a Ponta da Madrugada. Se pelo contrário o viajante conforma-se com ver os pontos mais turísticos, seguirá ao interior ate a localidade de Furnas, onde pode tomar um banho termal. Perto de aqui está também a Lagoa das Furnas e os seus géiseres, que são utilizados mesmo para cocinhar o famoso Cozido das Furnas. Não muito longe, e se as nuvens o permitem, se nos aproximamos ao Miradouro do Salto do Cavalo, gozaremos de uma panorâmica impressionante.

Furnas

Furnas

Se voltamos de novo a Ponta Delgada é imprescindível deter-se também na Lagoa do Fogo, ainda que para ter uma boa panorâmica da mesma vamos necessitar também que as nuvens não nos ocultem a paisagem.

 

Esta rota em carro por volta da ilha levou-nos dois dias, ainda que recomendo se fosse possível, dedicar-lhe ao menos um par de dias mais para poder visitar mais localidades e gozar da tranquilidade com que vive a gente nestes lugares. Recomendo parar em algum bar que encontremos pelo caminho para falar com a gente local assim como dormir em alguma casa rural perdida pela ilha (esto último ficou-nos pendente para outra ocasião).

Furnas dende o Salto do Cabalo

Furnas desde o Salto do Cabalo

GUIA PRÁTICA E RECOMENDAÇÕES

Onde dormir: Nós dormimos todos os dias no Marina Lounge Hostel em Ponta Delgada, e foi sem dúvida uma boa eleição. Recomendo-o por tudo: profesionalidade, desenho, preço…e sobretudo pelos seus propietários Lino e António.

Onde comer: Como o hostel onde nós estábamos tinha cocinha não fomos comer muito pela cidade. Só jantamos fora uma noite, concretamente no Restaurante A Tasca, e foi uma muito boa eleição.

Onde alugar carro: Nós o fixemos com a empresa Euraçor, por recomendação dos proprietários do hostel. Bom preço e sem nengún problema.

Furnas

Furnas

Preços: Posso dizer que está mais ou menos ao mesmo nível que o Portugal continental, pelo que não se pode considerar um destino caro. Como exemplo, aqui deixo o que custan muitas coisas que pode necessitar um viajante para que podam fazer um orçamento:

Dormir: Quarto doble com pequeno-almoço e cocinha (Marina Longe Hostel) 46€ noite
Jantar no restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ duas pessoas
Aluguer de carro pequeno na empresa Euroaçor: 75€ dois dias seguro incluído
Uma cerveja: muito variable, entre 50 centimos a 1.5€ segundo o local
Um bolo de pan lévedo açoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo

Lagoa do Fogo

Isto é tudo! E já sabem que como é habitual neste blogue, se têm alguma dúvida, querem deixar aqui algum conselho mais, ou simplesmente querem comentar ou partilhar uma experiência vossa similar, não duvidem em pôr um comentário.

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Un viaje por lo mejor del norte del continente americano

Estrada a Edith Cavell

Carretera a Edith Cavell, Montañas Rocosas

EL VIAJE

Después de varios viajes por Europa en coche, y del interrail del año anterior, decidimos esta vez cambiar de continente y hacer el viaje del verano por el continente americano, concretamente por la zona más septentrional de Norteamérica. Las razones por la que escogimos este destino fueron variadas, pero sobre todo fue la naturaleza salvaje de estes lugares lo que más peso tomó en la decisión.

La Push

La Push, EEUU

Si sois seguidores de este blog, ya tenéis una idea de nuestra forma de viajar; en el caso contrario, os comento algunas de nuestras premisas habituales para los viajes:

El único medio de transporte que llevabamos cerrado antes de empezar el viaje fueron los billetes de avión. Los demás medios de desplazamiento (tren, ferrys, coches de alquiler…) los fuimos comprando sobre la marcha.

– Teniendo en cuenta lo anterior, podíamos cambiar de ruta en cualquier momento, por lo que no teníamos ningún itinerario cerrado.

Para dormir, o íbamos sin reservar, o reservabamos como mucho con 1 o 2 días de antelación. Esto nos permite más libertad a la hora de viajar, ya que es más fácil cambiar de rumbo.

– Una premisa importante para nosotros es relacionarse con la gente, ya sean autóctonos u otros viajeros, por lo que intentaremos siempre buscar alojamientos que permitan esto, así como lugares buenos para conversar como bares o el transporte público.

– No llevamos de equipaje más que una mochila cada uno de tan sólo 20 litros. En el viaje anterior aprendimos a viajar sólo con lo necesario, y no cargar con peso inútil. Además, ni siquiera es necesario facturar en el avión.

Preto do Lago Helen Mackenzie, Illa Vancouver

Cerca del Lago Helen Mackenzie, Isla Vancouver

Con esto, podemos decir que el viaje fue prácticamente improvisado sobre la marcha, y lo podemos resumir en el siguiente itinerario:

– De Compostela a Oporto en tren, y de Oporto a Ponta Delgada (Isla de San Miguel, Azores) en avión.
– Tres días en la Isla de San Miguel y vuelo de Ponta Delgada a Toronto
– Cinco días en Toronto, incluyendo visita a las Cataratas del Niágara
– Tres días en el Tren Transcanadiense desde Toronto hasta Jasper
– Una semana en las Montañas Rocosas de Canadá
– De Jasper a Vancouver y 3 días en Vancouver
– Una semana en el Estado de Washington, en los EEUU
– Seis días en Isla Vancouver, Canadá
– Otros 3 días en Vancouver
– Vuelta a casa: de Vancouver a Compostela vía Toronto y Ponta Delgada

Lagoa das Sete Cidades

Lagoa das Sete Cidades, Azores

PRIMERA PARADA: AZORES

Ya hacía mucho tiempo que queríamos visitar las Islas Azores y la verdad es que en este viaje se puso todo a nuestro favor para hacer una parada en este paraíso. La razón fue nuestra búsqueda de vuelos baratos para cruzar el Atlántico. Después de mucho buscar, la forma más económica era a través de la compañía azoriana SATA, que tiene vuelos diarios entre Portugal, Toronto y Boston con escala en el archipiélago de los Azores, a muy buen precio.

Ponta Delgada

Ponta Delgada, Azores

Así que no lo dudamos más y cogimos un vuelo entre Oporto y Toronto haciendo una parada de tres días en la Isla de San Miguel, tiempo que consideramos suficiente para conocer un poco esta isla. Y así fue. Fueron tres días inolvidables que se nos quedaron cortos en este paraíso en medio del Océano Atlántico. En este enlace hablo sobre los mejores lugares de esta isla así como una guía práctica para viajar por ella.

Toronto

Toronto

LLEGADA A TORONTO

Ya en el continente americano, decidimos pasar un tiempo en esta gran ciudad canadiense para irnos adaptando a la vida de este país. La verdad es que la ciudad no tiene muchas cosas que la hagan un destino turístico imprescindible, como cuento en este artículo de mi blog, pero sí es un lugar agradable donde pasar por lo menos un par de días, con la posibilidad de dedicar una jornada más para visitar las Cataratas del Niágara.

Cataratas do Niágara

Cataratas del Niágara

Nosotros estuvimos al final cinco días en esta ciudad, ya que estuvimos haciendo tiempo hasta el día de partida del tren Transcanadiense, al encontrar una oferta sólo tres días antes de partir, al poco de llegar a la Toronto.

O Transcanadiense

El Transcanadiense

CRUZANDO EL PAÍS EN EL TREN TRANSCANADIENSE

Cruzar Canadá en el Transcanadiense fue una sorpresa para nosotros. Teniendo en cuenta sus precios habituales, nuestra intención inicial era cruzar el país en bus, un medio de transporte mucho más barato.

No vagón panorámico

En el vagón panorámico

Pero gracias a la oferta que encontramos sólo tres días antes pudimos disfrutar de viajar en este mítico tren…y en primera clase! En esta entrada cuento nuestras experiencias en el tren, así como vídeos mostrando el interior de las cabinas o las vistas desde el vagón panorámico.

Lago Moraine

Lago Moraine, Montañas Rocosas

LAS MONTAÑAS ROCOSAS

Aunque con la oferta del Transcanadiense podíamos hacer el viaje desde Toronto hasta Vancouver en primera clase a un precio muy económico, decidimos sacar el billete sólo hasta Jasper, para así ver las Montañas Rocosas canadienses. Y así hicimos.

A Estrada dos Glaciares

La carretera de los Glaciares, Montañas Rocosas

Paramos en Jasper y pasamos una semana por las Rocosas descubriendo paisajes salvajes impresionantes, moviéndonos en coche de alquiler. En esta entrada podéis ver la ruta que hicimos por estas montañas, especialmente por los Parques Nacionales de Jasper y Banff, así como una interesante guía práctica.

Vancouver

Vancouver

ENCUENTRO CON EL OCÉANO PACÍFICO EN VANCOUVER

Después de pasar una semana en las Rocosas, cogimos de nuevo el tren Transcanadiense (esta vez en clase económica) desde Jasper hasta la ciudad de Vancouver, ya al lado del Pacífico. Contando el día de llegada, estuvimos tres días en esta ciudad (a la que volveríamos quince días después), y podemos decir que fue un tiempo bien aprovechado.

Praias en West Vancouver

Playas en West Vancouver

Vancouver es muy distinto a Toronto. El hecho de estar en contacto con el mar por un lado, y con una enorme masa boscosa polo el otro lado, hace de Vancouver una ciudad en contacto pleno con el medio natural. De hecho, incluso podemos disfrutar del paseo por un bosque húmedo del Pacífico en el centro de la urbe, en el conocido Stanley Park.

La Push

La Push, EEUU

LAS MARAVILLAS NATURALES DEL ESTADO DE WASHINGTON

En Vancouver alquilamos un coche para dirigirnos en dirección sur a los EEUU, para pasar una semana por el Estado de Washington. Tras cruzar la frontera, y después del típico control de pasaportes, comenzamos nuestra ruta por este país disfrutando de los paisajes costeros al norte de Seattle, parando a dormir en la pequeña y hermosa localidad de Coupeville.

Monte Santa Helena

Monte Santa Helena, EEUU

Al día siguiente cogimos un ferry hasta la Península de Olympic, donde pasaríamos un tiempo en el Parque Nacional de Olympic, uno de los lugares naturales más hermosos que vimos nunca, como cuento en este post.

Monte Rainier

Monte Rainier, EEUU

Nuestro viaje por EEUU lo completamos con una visita a otras maravillas naturales del Estado de Washington: El Monte Santa Helena y el Monte Rainier, sin duda lugares imprescindibles para los amantes de la naturaleza.

Costa do Pacífico en Ucluelet

Costa del Pacífico en Ucluelet, Isla Vancouver

ISLA VANCOUVER

Desde Port Angeles, en los EEUU, cogimos un ferry para volver a Canadá, entrando por la localidad de Victoria, en la Isla Vancouver. Después de una parada a las afueras de esta ciudad, continuamos descubriendo esta isla por el centro y la costa oeste, deteniéndonos en lugares tan diferentes como Port Alberni, Tofino o Courtenay, disfrutando de la naturaleza próximas a estas poblaciones.

Lago Helen Mackenzie

Lago Helen Mackenzie, Isla Vancouver

Casi una semana fue tiempo suficiente para estar en estos lugares y decidimos volver a Vancouver para pasar los últimos días de este viaje. En esta entrada, hablo de qué vimos en Vancouver y la Isla Vancouver así como una guía práctica para moverse por allí.

Ferri Nanaimo - Vancouver

Ferry Nanaimo – Vancouver

ACABANDO EL VIAJE EN VANCOUVER

Con otro par de días más en Vancouver dimos por finalizado nuestro viaje. Como aún teníamos el coche de alquiler hasta unas horas antes de subir al avión aprovechamos para conocer los lugares próximos a Vancouver que estaban difíciles de ver en transporte público.

Vancouver dende o Stanley Park

Vancouver desde el Stanley Park

Ya en el avión, nos quedaba muchas horas de viaje de vuelta a casa, con escalas en Toronto y Ponta Delgada. En total, desde que salimos de Compostela hasta nuestra llegada pasaron 40 días. Más de un mes viajando en el que pusimos el pie por primera vez en un nuevo continente y en el descubrimos una naturaleza salvaje y desbordante. Sin duda una de los mejores viajes que hicimos.

Bosque templado de coníferas

Bosque templado de coníferas, EEUU

Pues esto es todo! Y ya sabéis que como es habitual en este blog, si tenéis alguna duda, queréis dejar aquí algún consejo más, o simplemente queréis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, no dudéis en poner un comentario.

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Unha viaxe polo mellor do norte do continente americano

Estrada a Edith Cavell

Estrada a Edith Cavell, Montañas Rochosas

A VIAXE

Despois de varias viaxes por Europa en coche, e do interrail do ano anterior, decidimos desta vez cambiar de continente e facer a viaxe do verán polo continente americano, concretamente pola zona máis septentrional de Norteamérica. As razóns pola que escollimos este destino foron variadas, pero sobre todo foi a natureza salvaxe deses lugares o que máis peso tomou na decisión.

La Push

La Push, EEUU

Se sodes seguidores deste blog, xa tedes unha idea da nosa forma de viaxar; no caso contrario, coméntovos algunhas das nosas premisas habituais para as viaxes:

  • O único medio de transporte que levábamos pechado antes de empezar a viaxe foron os billetes de avión. Os demais medios de desprazamento (tren, ferris, coches de aluguer…) os fomos comprando sobre a marcha.
  • Tendo en conta o anterior, podíamos cambiar de ruta en calquera momento, polo que non tiñamos ningún itinerario pechado.
  • Para durmir, ou íamos sen reservar, ou reservábamos como moito con 1 ou 2 días de antelación. Esto nos permite máis libertade á hora de viaxar, xa que é máis doado cambiar de rumbo.
  • Unha premisa importante para nós é relacionarse coa xente, xa sexan autóctonos ou outros viaxeiros, polo que tentaremos sempre de buscar aloxamentos que permitan esto, así como lugares bós para coversar como bares ou o transporte público.
  • Non levamos de equipaxe máis que unha mochila cada un de apenas 20 litros. Na viaxe anterior aprendimos a viaxar só co necesario, e non cargar con peso inútil. Ademais, nen sequera é necesario facturar o avión.
Preto do Lago Helen Mackenzie, Illa Vancouver

Preto do Lago Helen Mackenzie, Illa Vancouver

Con isto, podemos decir que a viaxe foi practicamente improvisada sobre a marcha, e a podemos resumir no seguinte itinerario:

  • De Compostela a Porto en tren, e de Porto á Ponta Delgada (Illa de San Miguel, Azores) en avión.
  • Tres días na Illa de San Miguel e voo de Ponta Delgada á Toronto
  • Cinco días en Toronto, incluíndo visita ás Cataratas do Niágara
  • Tres días no Tren Transiberiano dende Toronto ate Jasper
  • Unha semana nas Montañas Rochosas de Canadá
  • De Jasper á Vancouver e 3 días en Vancouver
  • Unha semana no estado de Washington, nos EEUU
  • Seis días en Illa Vancouver, Canadá
  • Outros 3 días en Vancouver
  • Volta á casa: de Vancouver á Compostela vía Toronto e Ponta Delgada
Lagoa das Sete Cidades

Lagoa das Sete Cidades, Azores

PRIMEIRA PARADA: AZORES

Xa facía moito tempo que queríamos visitar as Illas Azores e a verdade é que nesta viaxe púxose todo ao noso favor para facer unha parada neste paraíso. A razón foi a nosa procura de voos baratos para cruzar o Atlántico. Despois de moito buscar, a forma máis económica era a través da compañía azoriana SATA, que ten voos diários entre Portugal, Toronto e Boston con escala no arquipélago dos Azores, a moi bo prezo.

Ponta Delgada

Ponta Delgada, Azores

Así que non o dubidamos máis e collimos un voo entre Porto e Toronto facendo unha parada de tres días na Illa de San Miguel, tempo que consideramos suficiente para coñecer un pouco esta illa. E así foi. Foron tres días inesquecíbles que se nos quedaron cortos neste paraíso no medio do Océano Atlántico. Neste enlace falo sobre os mellores lugares desta illa así como unha guía práctica para viaxar por ela.

Toronto

Toronto

CHEGADA Á TORONTO

Xa no continente americano, decidimos pasar un tempo nesta gran cidade canadiense para irnos adaptando á vida deste país. A verdade é que a cidade non ten moitas cousas que a fagan un destino turístico imprescindible, como conto neste artigo do meu blog, pero sí é un lugar agradable onde pasar polo menos un par de días, coa posibilidade de dedicar unha xornada máis para visitar as Cataratas do Niágara.

Cataratas do Niágara

Cataratas do Niágara

Nós estivemos ao final cinco días nesta cidade, xa que estivemos facendo tempo ate o día de partida do tren Transcanadiense, ao encontrar unha oferta só tres días antes de partir, ao pouco de chegar á Toronto.

O Transcanadiense

O Transcanadiense

CRUZANDO O PAÍS NO TREN TRANSCANADIENSE

Cruzar Canadá no Transcanadiense foi unha sorpresa para nós. Tendo en conta os seus prezos habituais, a nosa intención inicial era cruzar o país en bus, un medio de transporte moitísimo máis barato.

No vagón panorámico

No vagón panorámico

Pero grazas á oferta que encontramos apenas tres días antes pudemos gozar de viaxar neste mítico tren…e en primeira clase! Nesta entrada conto as nosas experiencias no tren, así como vídeos mostrando o interior das cabinas ou as vistas dende o vagón panorámico.

Lago Moraine

Lago Moraine, Montañas Rochosas

AS MONTAÑAS ROCHOSAS

Ainda que coa oferta do Transcanadiense podíamos facer a viaxe dende Toronto ate Vancouver en primeira clase a un prezo moi económico, decidimos sacar o billete só ate Jasper, para así ver as Montañas Rochosas canadienses. E así fixemos.

A Estrada dos Glaciares

A Estrada dos Glaciares, Montañas Rochosas

Paramos en Jasper e pasamos unha semana polas Rochosas descubrindo paisaxes salvaxes impresionantes, movéndonos en coche de aluguer. Nesta entrada podedes ver a ruta que fixemos por estas montañas, especialmente polos Parques Nacionais de Jasper e Banff, así como unha interesante guía práctica.

Vancouver

Vancouver

ENCONTRO CO OCÉANO PACÍFICO EN VANCOUVER

Despois de pasar unha semana nas Rochosas, collimos de novo o tren Transcanadiense (desta vez en clase económica) desde Jasper ate a cidade de Vancouver, xa á beira do Pacífico. Contando ó día de chegada, estivemos tres días nesta cidade (á que voltaríamos quince días despois), e podemos decir que foi un tempo ben aproveitado.

Praias en West Vancouver

Praias en West Vancouver

Vancouver é ben distinto á Toronto. O feito de estar en contacto co mar por un lado, e con unha enorme masa boscosa polo outro lado, fai de Vancouver unha cidade en contacto pleno co medio natural. De feito, mesmo podemos gozar do paseo por un bosque húmido do Pacífico no centro da urbe, no coñecido Stanley Park.

La Push

La Push, EEUU

AS MARABILLAS NATURAIS DO ESTADO DE WASHINGTON

En Vancouver alugamos un coche para dirixirnos en dirección sur aos EEUU, para pasar unha semana polo Estado de Washington. Tras cruzar a fronteira, e despois do típico control de pasaportes, comezamos a nosa ruta por este país gozando das paisaxes costeiras ao norte de Seattle, parando a durmir na pequena e fermosa localidade de Coupeville.

Monte Santa Helena

Monte Santa Helena, EEUU

Ao día seguinte collimos un ferri ate a Península de Olympic, onde pasaríamos un tempo no Parque Nacional de Olympic, un dos lugares naturais máis fermosos que vimos nunca, como conto neste post.

Monte Rainier

Monte Rainier, EEUU

A nosa viaxe por EEUU a completamos cunha visita a outras marabillas naturais do Estado de Washington: O Monte Santa Helena e o Monte Rainier, sen dúbida lugares imprescindibles para os amantes da natureza.

Costa do Pacífico en Ucluelet

Costa do Pacífico en Ucluelet, Illa Vancouver

ILLA VANCOUVER

Desde Port Angeles, nos EEUU, collimos un ferri para voltar á Canadá, entrando pola localidade de Victoria, na Illa Vancouver. Despois dunha paradiña nos arredores desta cidade, continuamos descubrindo esta illa polo centro e a costa oeste, deténdonos en lugares tan diferentes como Port Alberni, Tofino ou Courtenay, gozando da natureza próximas á estas poboacións.

Lago Helen Mackenzie

Lago Helen Mackenzie, Illa Vancouver

Case unha semana foi tempo suficiente para estar nestes lugares e decidimos voltar á Vancouver para pasar os últimos días desta viaxe. Nesta entrada, falo do que vimos en Vancouver e a Illa Vancouver así como unha guía práctica para moverse por alí.

Ferri Nanaimo - Vancouver

Ferri Nanaimo – Vancouver

REMATANDO A VIAXE EN VANCOUVER

Con outro par de días máis en Vancouver dimos por rematada a nosa viaxe. Como aínda tiñamos o coche de aluguer ate unhas horas antes de subir ao avión aproveitamos para coñecer os lugares próximos a Vancouver que estaban difíciles de ver en transporte público.

Vancouver dende o Stanley Park

Vancouver dende o Stanley Park

Xa no avión, quedábanos moitas horas de viaxe de volta á casa, con escalas en Toronto e Ponta Delgada. En total, desde que saímos de Compostela ate a nosa chegada pasaron 40 días. Máis dun mes viaxando no que pusimos o pé por primeira vez nun novo continente e no que descubrimos unha natureza salvaxe e desbordante. Sen dúbida unha das mellores viaxes que fixemos.

Bosque templado de coníferas

Bosque templado de coníferas, EEUU

Pois isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.

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Consejos para hacer un recorrido por libre en un paraiso en medio del Atlántico

Lagoa das Sete Cidades

Lagoa das Sete Cidades

Aunque parezca mentira, con sólo 90km de largo,15 km de ancho y poco más de 100.000 habitantes, la Isla de San Miguel acumula muchos lugares de interés. De hecho, nosotros decidimos dedicarle sólo tres días a esta isla y sin duda nos quedamos cortos. Es todo un ejemplo de un pequeño espacio con mucho que hacer. En esta nueva entrada, comparto con vosotros consejos para visitar por libre esta hermosa isla.

plantacion de té de Porto Formoso

Plantacion de té de Porto Formoso

VOLAR EN LA SATA: UNA FORMA ECONÓMICA DE LLEGAR A AZORES

Ponta Delgada es la ciudad más grande de la isla y de todo Azores, y en ella está el mayor aeropuerto del archipiélago. De hecho, nosotros llegamos a su aeropuerto en un vuelo directo desde Oporto con la compañía azoriana SATA, que conecta diariamente Azores con Lisboa y Oporto, así como con Boston y Toronto, ya al otro lado del Atlántico. Es una compañía a tener en cuenta por su bajo coste (fuera de temporada alta podemos visitar esta isla por menos de 200€) y por sus conexiones económicas con el continente americano; de hecho es la compañía que utilizamos para desplazarnos hasta Canadá en el viaje que contaré en posteriores entradas.

Furnas

Furnas

COMO IR DEL AEROPUERTO A PONTA DELGADA

Una vez en el aeropuerto, la forma más lógica de llegar al centro de la ciudad es el taxi. Tiene un precio único de 10€, que considero bastante razonable, sobre todo teniendo en cuenta que no hay otro transporte público disponible como bus urbano. Los únicos autobuses que vimos en el aeropuerto son de transporte colectivo de hoteles, que tenían un coste por persona mayor que el taxi, por lo que lo descartamos al momento.

Ponta Delgada

Ponta Delgada

PONTA DELGADA: LA CAPITAL

Ponta Delgada es la población más grande de la isla y cuenta con apenas unos 70.000 habitantes, lo que hace de ella una localidad tranquila. Su vida gira alrededor del tránsito de su puerto y del turismo; de hecho es aquí donde encontramos el mayor número de hoteles, restaurantes y otros servicios necesarios para el viajero.

Igreja Matriz de Ponta Delgada

Igreja Matriz de Ponta Delgada

En Ponta Delgada tenemos también varios lugares de interés. Entre las numerosas iglesias destaca la de Nossa Senhora da Esperança, donde se guarda el Santo Cristo dos Milagres, un santo con gran devoción en la isla y al que se le dedican las mayores fiestas de la capital. Aparte de las iglesias, podemos visitar también otros lugares como la Porta da Cidade, el Forte de Sao Brás o la Torre Sineira donde hay unas buenas vistas de la ciudad.

A Illa de San Miguel en coche

La Isla de San Miguel en coche

 

UNA VUELTA POR LA ISLA

Aunque pasear por Ponta Delgada es un placer, lo más espectacular de la isla son sin duda sus paisajes, así que os recomiendo alquilar un coche y hacer una ruta por la carretera que la rodea. Comenzando en la capital, y si salimos por la carretera dirección oeste, nos dirigimos a una de las primeras joyas de la isla: La Lagoa das Sete Cidades y su mirador. A poca distancia (aquí todo está cerca) y de vuelta a la costa, llegamos a Punta da Ferraria, el punto más occidental de la isla con su faro y las curiosas piscinas calientes naturales que aprovechan el calor del interior de la tierra.

Ponta da Ferraría

Ponta da Ferraría

 

Ya de vuelta en la ER1, la carretera que rodea la isla, nos dirigimos ahora en dirección este a la altura de Ponta da Bretanha y continuamos hasta Ribeira Grande, otra importante localidad donde recomiendo parar un rato y aproximarse a la Ponta do Cintrao.

Costa Norte

Costa Norte

Si seguimos rodeando la isla, y poco después de Ribeira Grande, pasamos por la plantación de té de Porto Formoso, donde de forma totalmente gratuita nos ofrecen una visita guiada del proceso de elaboración del té así como una degustación del mismo.

Chá de Porto Formoso

Chá de Porto Formoso

Dependiendo del tiempo disponible, aconsejaría continuar la ruta hacia la parte más al este de la isla, hasta lugares como la Ponta da Madrugada. Si por lo contrario el viajante se conforma (o no le queda más remedio) que ver los puntos más turísticos, seguirá hacia el interior hacia la localidad de Furnas, donde puede tomar un baño termal. Cerca de aquí está también la Lagoa das Furnas y sus “géiseres”, que son utilizados incluso para cocinar el famoso Cocido das Furnas. No muy lejos, y si las nubes lo permiten, si nos acercamos al Miradoiro do Salto do Cabalo, disfrutaremos de unas vistas impresionantes.

Furnas

Furnas

De vuelta de nuevo a Ponta Delgada es imprescindible detenerse también en la Lagoa do Fogo, aunque en este caso para tener una buena vista de la misma vamos necesitar también que las nubes no nos oculten el paisaje.

 

Esta ruta en coche alrededor de la isla nos llevó dos días, aunque recomiendo si fuese posible, dedicarle por lo menos un par de días más para poder visitar más localidades y disfrutar de la calma con que vive la gente en estes lugares. Recomiendo parar en algún bar que encontremos por el camino para interaccionar con la gente local así como dormir en alguna casa rural perdida por la isla (esto último nos quedó pendiente para otra ocasión).

Furnas dende o Salto do Cabalo

Furnas desde el Salto do Cabalo

GUIA PRÁCTICA Y RECOMENDACIONES

Dónde dormir: Nosotros nos alojamos todos los dias en el Marina Lounge Hostel en Ponta Delgada, y fue sin duda un gran acierto. Lo recomiendo por todo: profesionalidad, diseño, precio…y sobre todo por el trato de sus propietários Lino y António.

Dónde comer: Como el hostel donde nos alojamos tenía cocina la verdad es que no fuimos comer mucho por ahí. Sólo cenamos fuera una noche, concretamente en el Restaurante A Tasca en Ponta Delgada, y fue una muy buena elección.

Dónde alquilar coche: Nosotros lo hicimos con la empresa Euraçor, por recomendación de los propietarios del hostel. Buen precio y sin ningún problema.

Idioma: Aunque el idioma oficial es el portugués, este portugués azoriano es bastante difícil de entender, especialmente en zonas rurales.

Furnas

Furnas

Precios: Se puede decir que está más o menos al mismo nivel que el Portugal continental, por lo que no se puede considerar un destino caro. Como ejemplo, aquí dejo lo que cuestan muchas cosas que puede necesitar un viajero para que podais hacer un presupuesto:

Dormir: Habitación doble con desayuno y cocina (Marina Longe Hostel) 46€ noche

Cena en el restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ dos personas

Alquiler de coche pequeño en la empresa Euroaçor: 75€ dos días seguro incluído

Una caña de cerveza: muy variable, entre 50 céntimos a 1.5€ según el sitio

Un bolo de pan lévedo azoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo

Lagoa do Fogo

Esto es todo! Y ya sabeis que como es habitual en este blog, si teneis alguna duda, quereis dejar aquí algún consejo más, o simplemente quereis comentar o compartir una experiencia vuestra similar, non dudeis en poner un comentario.

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Consellos para facer un percorrido por libre nun paraiso no medio do Atlántico

Lagoa das Sete Cidades

Lagoa das Sete Cidades

Ainda que pareza mentira, con só 90km de longo,15 km de ancho e pouco mais de 100.000 habitantes, na Illa de San Miguel acumúlanse moitos lugares de interese. De feito, nós decidimos dedicarlle só tres días a esta illa e sen dúbida quedámonos cortos. É todo un exemplo dun pequeno espazo con moito que facer. Nesta nova entrada, comparto con vos consellos para visitar por libre esta fermosa illa.

plantacion de té de Porto Formoso

Plantacion de té de Porto Formoso

VOAR NA SATA: UNHA FORMA ECONÓMICA DE CHEGAR AOS AZORES

Ponta Delgada é a cidade máis grande da Illa e de todo os Azores, e nela está o maior aeroporto do arquipélago. De feito, nós chegamos ao seu aeroporto nun voo directo desde Porto coa compañía azoriana SATA, que conecta diariamente os Azores con Lisboa e Porto, así como con Boston e Toronto, xa ao outro lado do Atlántico. É unha compañía a ter en conta polo seu baixo coste (fora da temporada alta podemos visitar esta illa por menos de 200€) e polas súas conexións económicas co continente americano, de feito é a compañía que utilizamos para desprazarnos ate Canadá na viaxe que contarei en posteriores entradas.

Furnas

Furnas

COMO IR DO AEROPORTO A PONTA DELGADA

Unha vez no aeroporto, a forma máis lóxica de chegar ao centro da cidade é o taxi. Ten un prezo único de 10€, que considero bastante razonable, sobre todo tendo en conta que non hai outro transporte público disponible coma bus urbano. Os únicos autobuses que vimos no aeroporto son de transporte colectivo de hoteis, que tiñan un coste por persoa maior que o taxi, polo que o descartamos ao momento.

Ponta Delgada

Ponta Delgada

PONTA DELGADA: A CAPITAL

Ponta Delgada é a poboación máis grande da illa e conta con apenas uns 70.000 habitantes, o que fai dela unha localidade tranquila. A súa vida xira ao redor do tránsito do seu porto e do turismo; de feito é aquí onde encontramos o maior número de hoteis, restaurantes e outros servizos necesarios para o viaxeiro.

Igreja Matriz de Ponta Delgada

Igreja Matriz de Ponta Delgada

En Ponta Delgada temos tamén varios lugares de interese. Entre as numerosas igrexas destaca a da Nossa Senhora da Esperança, onde se garda o Santo Cristo dos Milagres, un santo con gran devoción na illa e ao que se lle dedican as maiores festas da capital. Aparte das igrexas, podemos visitar tamén outros lugares como a porta da cidade, o Forte de Sao Brás ou a Torre Sineira onde hai unhas boas vistas da cidade.

A Illa de San Miguel en coche

A Illa de San Miguel en coche

 

UNHA VOLTA POLA ILLA

Ainda que pasear por Ponta Delgada é un pracer, o máis espectacular da illa son sen dúbida as súas paisaxes, así que vos recomendo alugar un coche e facer unha ruta pola estrada que a rodea. Comezando na capital, e se saímos pola estrada dirección oeste, dirixímonos a unha das primeiras xoias da illa: A Lagoa das Sete Cidades e o seu miradoiro. A pouca distancia (aqui todo está preto) e de volta á costa, chegamos a Punta da Ferraria, o punto máis occidental da illa co seu faro e as curiosas piscinas quentes naturais que aproveitan a calor do interior da terra.

Ponta da Ferraría

Ponta da Ferraría

 

Xa de volta na ER1, a estrada que rodea a illa, dirixímonos agora en dirección este á altura da Ponta da Bretanha e continuamos ate Ribeira Grande, outra importante localidade onde recomendo parar un rato e aproximarse á Ponta do Cintrao.

Costa Norte

Costa Norte

Se seguimos rodeando a illa, e pouco despois de Ribeira Grande, pasamos pola plantación de té de Porto Formoso, onde de forma totalmente gratuita nos ofrecen unha visita guiada do proceso de elaboración do té así como unha desgustación do mesmo.

Chá de Porto Formoso

Chá de Porto Formoso

Dependendo do tempo dispoñible, aconsellaría continuar a ruta hacia a parte máis ao leste da illa, ate lugares como a Ponta da Madrugada. Se polo contrario o viaxante confórmase (ou non lle queda máis remedio) que ver os pontos máis turísticos, seguirá hacia ó interior hacia a localidade de Furnas, onde pode tomar un baño termal. Preto de aquí está tamén a Lagoa das Furnas e os seus “géiseres”, que son utilizados mesmo para cociñar o famoso Cocido das Furnas. Non moi lonxe, e se as nubes o permiten, se nos acercamos ao Miradoiro do Salto do Cabalo, gozaremos dunhas vistas impresionantes.

Furnas

Furnas

De volta de novo á Ponta Delgada é imprescindible deterse tamén na Lagoa do Fogo, aínda que neste caso para ter unha boa vista da mesma imos necesitar tamén que as nubes non nos oculten a paisaxe.

 

Esta ruta en coche ao redor da illa levounos dous días, ainda que recomendo se fose posible, dedicarlle polo menos un par de días máis para poder visitar máis localidades e gozar da calma con que vive a xente nestes lugares. Recomendo parar nalgún bar que atopemos polo camiño para interaccionar coa xente local así como dormir nalgunha casa rural perdida pola illa (esto último quedounos pendente para outra ocasión).

Furnas dende o Salto do Cabalo

Furnas dende o Salto do Cabalo

GUIA PRÁCTICA E RECOMENDACIÓNS

Onde dormir: Nos aloxámos todos os dias no Marina Lounge Hostel en Ponta Delgada, e foi sen dúbida un gran acerto. Recoméndoo por todo: profesionalidade, deseño, prezo…e sobre todo o trato dos seus propietários Lino e António.

Onde comer: Como o hostel onde nos aloxamos tiña cociña a verdade é que non fomos comer moito por ahí. Só ceamos fora unha noite, concretamente no Restaurante A Tasca, e foi unha moi boa elección.

Onde alugar coche: Nós fixémolo coa empresa Euraçor, por recomendación dos propietarios do hostel. Bo prezo e sen nengún problema.

Idioma: Ainda que o idioma oficial é o portugués, este portugués azoriano é bastante difícil de entender, especialmente nas zonas rurais.

Furnas

Furnas

Precios: Se pode decir que está máis ou menos ao mesmo nivel que o Portugal continental, polo que non se pode considerar un destino caro. Como exemplo, aquí deixo o que costan moitas cousas que pode necesitar un viaxeiro para que podades facer un presuposto:

Dormir: Habitación doble con almorzo e cociña (Marina Longe Hostel) 46€ noite

Cea no restaurante A Tasca de Ponta Delgada: 27,40€ duas persoas

Aluguer de coche pequeno na empresa Euroaçor: 75€ dous días seguro incluído

Unha caña de cerveza: moi variable, entre 50 centimos a 1.5€ segundo o sitio

Un bolo de pan lévedo azoriano: 2.30€

Lagoa do Fogo

Lagoa do Fogo

Isto é todo! E xa sabedes que como é habitual neste blog, se tedes algunha dúbida, queredes deixar aquí algún consello máis, ou simplemente queredes comentar ou compartir unha experiencia vosa similar, non dubidedes en poñer un comentario.

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